Ambos trataram de cooperação econômica e comercial, inclusive a existente entre os dois países. Alckmin e Wentao também debateram as ?alterações tarifárias? no cenário internacional. Sobre isso, defenderam o multilateralismo e o fortalecimento da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Notícias relacionadas:Alckmin e ministro chinês tratam de comércio em videoconferência.Dólar sobe para R$ 5,89 após EUA confirmarem tarifa de 145% à China.Entenda: tarifaço de Trump é capaz de reindustrializar Estados Unidos?.Desde o início do chamado ?tarifaço? de Donald Trump sobre produtos de mais de 100 países, o Brasil se mantém taxado em 10% pelo país norte-americano. Em relação aos produtos da China, as tarifas dos Estados Unidos já foram ampliadas para 145%. Em resposta, o país asiático taxou produtos estadunidenses em 125%.
Vale lembrar que o Brasil tem fortes relações comerciais tanto com os Estados Unidos quanto com a China, e, mesmo taxado em 10%, optou por não devolver as tarifas ao país comandado por Donald Trump. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já anunciou que o Brasil está aberto a negociações.
Durante a conversa desta sexta, Geraldo Alckmin e o ministro do Comércio da China, Wang Wentao, alinharam pontos da próxima reunião de ministros de comércio dos Brics, o bloco econômico formado por 11 países, incluindo Brasil e China, no próximo mês. Lembrando que a presidência do Brics é atualmente exercida pelo Brasil, e a cúpula dos líderes dos países-membros está prevista para o início de julho, no Rio de Janeiro.
Segundo o governo, a China é um ?importante parceiro econômico do Brasil? e os dois países têm papel de destaque na Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban).