A balança comercial fluminense acumulou um superávit de
US$ 10,8 bilhões de janeiro a julho deste ano. Nos primeiros sete meses do ano,
a corrente comercial (soma das importações e exportações) do Estado do Rio
atingiu US$ 42,1 bilhões, o maior valor da série histórica, registrando um
crescimento de 4,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, sendo US$
26,4 bilhões em exportações (alta de 6%) e US$ 15,7 bilhões em importações
(alta de 3%). Os dados são do Comex Stat, sistema de consultas e extração de
dados do comércio exterior brasileiro, do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria, Comércio e Serviços.
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O superávit é obtido quando
o volume das exportações supera o das importações, indicando uma economia
saudável e um mercado aquecido e apto a receber investimentos. As exportações
crescentes impulsionam o desenvolvimento, gerando mais empregos para a população
e receita para o Estado, demonstrando a eficácia das medidas que adotamos para
promover o crescimento econômico do Rio de Janeiro”,
comentou o governador Cláudio Castro.
De janeiro a julho, o Estado do Rio respondeu por 13,8% das exportações e 10,5%
das importações, mantendo o segundo lugar no ranking das exportações e a
terceira posição nas importações do país. O principal parceiro comercial do
estado, nesse período, foi a China, com uma corrente comercial de US$ 11
bilhões, seguida dos Estados Unidos, com US$ 9 bilhões. Outros parceiros
comerciais importantes do Rio de Janeiro foram Espanha, Chile, Índia e Arábia
Saudita.
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O petróleo foi responsável
por 79% das exportações do estado: movimentou US$ 21 bilhões, registrando uma
alta de 10,6% nas vendas em relação ao mesmo período no ano passado. Outro
setor importante foi o siderúrgico, que exportou US$ 1,2 bilhão em produtos”,
detalhou a secretária interina de Desenvolvimento Econômico, Indústria,
Comércio e Serviços, Fernanda Curdi.
De acordo com os dados do Comex Stat, a balança comercial fluminense fechou o
ano passado com superávit de US$ 20 bilhões. No ano, a corrente comercial
fluminense atingiu US$ 71,8 bilhões, resultado 1,2% superior ao alcançado em
2022, sendo US$ 45,9 bilhões em exportações (alta de 0,8%, comparado ao ano de
2022) e US$ 25,9 bilhões em importações (alta de 2% perante 2022).
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