O presidente Russo Vladimir Putin usou da palavra, nesta quinta-feira (23), no museu Yad Vashem, para começar os atos de aniversário de 75 anos da libertação do campo de extermínio de Auschwitz pelo Exército Vermelho. Apesar de ser um dia de luto, Auschwitz, na Polônia, relembra um dos capítulos mais horrendos do século XX, onde mais de 1 milhão de judeus foram mortos, a fim de lembrar a importância de conhecer o passado para não repetir seus erros no presente.
“Antissemitismo hoje” é o fio condutor do V Fórum Mundial do Holocausto, uma celebração na qual podemos ver assistentes políticos e até 30 sobreviventes de Auschwitz, entre os 800 convidados e mais de 40 líderes mundiais do evento central.
O programa de aniversário concentra-se em três pilares básicos:
☑ A preservação do patrimônio, através de um bloco chamado “Gerenciamento de sites e memória coletiva”.
☑ O estudo exaustivo das "perspectivas da investigação do local e sua liberdade acadêmica”, um ato no qual as últimas descobertas serão apresentadas e novas formas serão delineadas para o estudo da história de Auschwitz, destacando a importância da pesquisa livre e debate acadêmico.
☑ O objetivo de “alcançar as novas gerações. Lidar com o passado e capacitar os jovens”. Este ponto examinará as abordagens educacionais da história de Auschwitz, as formas de manter o interesse e aumentar a conscientização sobre sua relevância para abordar os problemas contemporâneos.
O evento em Jerusalém foi organizado pela World Holocaust Forum Foundation, que tem Moshe Kantor, como fundador. Ele é próximo de Vladimir Putin.