O martelo batido pelo governador Cláudio Castro definiu um marco na história do saneamento público do Rio de Janeiro. A distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto em 29 municípios do estado, onde vivem aproximadamente 8,5 milhões de pessoas, passarão a ser feitos por empresas privadas. O Consórcio Aegea arrematou os blocos 1 e 4, enquanto a Iguá Projetos ficou com o 2 (veja abaixo a composição dos blocos). Ao todo, foram pagos R$ 22,689 bilhões de outorga, com um ágio de 140,19% (veja os valores discriminados abaixo). O lote 3 não recebeu propostas. Agora, o governo e o BNDES vão estudar a possibilidade de uma nova licitação do bloco. Além do valor de outorga, serão investidos aproximadamente R$ 27,1 bilhões em obras e serão gerados mais de 20 mil empregos diretos e indiretos. width="80px" />