O Viva Maria teve sua trajetória de 44 anos de luta reconhecida com o recebimento do Troféu Rede Equidade, durante o 4º Seminário de Direitos Humanos na Gestão Pública, que aconteceu nesta terça-feira (9/12), no Auditório Antônio Carlos Magalhães - Interlegis do Senado Federal. Destaque para ?As Mulheres e a Redemocratização do Brasil: Um Legado de Coragem e Resistência!?
Na cerimônia de entrega, a emoção foi garantida ao ouvir, por exemplo, o relato de Edna Roland, psicóloga, gestora pública e uma das fundadoras do Geledés, Instituto da Mulher Negra e da Organização Fala Preta. Além dela, Amelinha Teles, jornalista, escritora e ativista dos direitos humanos. Ela foi militante do Partido Comunista do Brasil contra a Ditadura Militar, e por isso foi presa e torturada pelo DOI-CODI, em São Paulo. Hoje aos 81 anos, Amelinha é uma sobrevivente. E ainda o relato de Creuza de Oliveira, ativista política e sindicalista filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Ela foi presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) por muitos anos e continua firme na luta.